anos incríveis.

“quando somos criancas, somos um pouco de cada coisa. artista, cientista, atleta, erudito. às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma. todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos. algo de que sentimos falta. de que desistimos por sermos muito preguiçosos, ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo”.

(kevin arnold, no episódio “coda”) anos incríveis.

não me perguntem se eu já assisti. nunca vi um capítulo sequer. mas a frase é excelente.

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sobre os sentimentos.

nos últimos dias praticamente virei um repelente de pessoas legais(?).

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uma nova estrela brilha no céu: seja Benvinda.

uma grande tristeza eu não conseguir presentear minha bisavó com uma foto da família. meu coração está apertado de saudade. por mais que seu coração não tenha tido força, eu sei que ele tinha muito amor por todos que ficaram. qeu o céu receba muito bem a nova estrela e que ela seja Benvinda.

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ih, passado.

Domingo, Novembro 05, 2006 

deixo marcas

Não entro para não ser percebida. Se eu não passo pelo seu orkut, é porque eu realmente não passo. Não possuo fake, nem outra conta onde esteja desativado o “visitantes de perfil”. Sou sincera. Se não ando atrás de você eu tenho os meus motivos. Se não passei pela sua página hoje para você retornar a minha e ver que há um convite no meu about para a comemoração do meu aniversário é porque eu realmente acho que não vai fazer bem te ver, bem pensar em você. E, sim, isto é pessoal. Quero que você lembre que amanhã é o meu aniversário, mas não quero que me procure. Quero apenas que sinta.

Com o lápis na mão? 1

ih, doce passado. entro com fake e vigio todo mundo. o orkut é uma bosta mesmo.

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crises inexistentes.

acreditando cegamente que tenho o dom de escrever, venho aqui em tempos em tempos para falar abobrinhas e teorias que eu finjo que sei e que podem ajudar em algo. daí perco o fio da meada tentando encontrar belas palavras para dizer absolutamente nada e perco meia hora sentada na frente do computador ouvindo home, do depeche mode, 125468421 vezes, a la Carrie Bradshaw. mas eu vim aqui escrever exatamente sobre isto. o filme está para ser lançado e eu estou louca para assisti-lo e ver a burrada que minha musa vai fazer. como ela pode se casar com o Big? céus, todas nós mortais sabemos que o aidan é o melhor… mas enfim. um dia desses, estava com o meu aidan assistindo ao episódio que ela conhece os pais dele. em uma das cenas, ela entra em crise porque o relacionamento está perfeito demais e não há contratempos e pede para que o querido aidan esteja menos disponível para ela. e o que ele faz? fica indisponível, oras! o que mais ele poderia fazer já que ela solicitou isto?! pois bem, depois disto olhei para meu namorado e disse como as mulheres são complicadas. se eu fosse homem seria bicha. definitivamente. meu amado disse que não sou assim, que sou decidida e clara, não fico de lenga-lenga. pobre coitado. é lógico que sou complicada, mas aprendi que certas complicações dividimos com os blogs, com as amigas num boteco. quando que eu chego para o amado e fico de filosofias piegas? ninguém merece. falo por experiência. não é insuportável quando você está com uma pessoa que não sabe falar nada de concreto, que quer achar problemas para tudo? do alto dos meus 23 anos tenho que lidar com os problemas que existem desta vida adulta que temos que seguir… sabia que nem era isto que eu queria escrever?

acho engraçado como as coisas acontecem. estava no meu antigo blog. às vezes dá saudade do que eu escrevia. sempre dizem que quando estamos tristes ficamos mais inpirados. e ando numa satisfação tão grande que quase não sinto vontade de estar aqui. mas lendo os posts antigos percebi que quando escrevo tudo o que sinto e comparo com o presente vejo como me estou mais equilibrada sentimentalmente, mais segura, mais amada por mim. há alguns meses o falecido me manda e-mails que até rendem algumas respostas, mas nem tenho vontade de escrever. tem um e-mail na caixa de entrada há mais de 20 dias esperando uma resposta para um assunto chato que ele insiste em continuar [é sempre ele que começa] e eu não estou nem aí, por mim ficava lá sem uma resposta. quando eu tiver saco talvez responda.

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foi ver televisão.

Os pais de sua namorada exigiram o fim daquela relação
que já durava cinco meses de muito carinho e reprovação

Sempre que se chateava cortava os braços com gilete pra chamar à atenção
Tinha carência afetiva, achava que seus pais gostavam mais do irmão . . .

Um dia olhou pela janela, imaginou como seria o seu vôo até o chão
Mas quando pensou na sujeira que ela causaria..
desistiu, foi ver televisão

Ensaiou o que diria se um dia fosse “artista
homenageada no Faustão”
Enxugaria as lágrimas, abraçaria amigos
e a mãe teria o seu perdão

Voltando a realidade,
ela encontrava um quadro que não tinha muita solução

Se achava velha, muito nova, gorda ou muito feia
Sempre inadeqüada pra situação…

Tinha que engravidar, criar, envelhercer, morrer… como todos esperavam
Tinha que renunciar, agradar, obedecer, vencer… como todos desejavam

Até que ela partiu
Ela partiu pra bem longe
Pra distante o bastante pra suportar

Ela partiu
Ela partiu pra bem longe
Tão distante parada no mesmo lugar

Ela partiu ….

Ela partiu ao meio

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ver o amor como um abraço curto pra não sufocar.

hoje eu acordei com sono e sem vontade de acordar. como alguém pode … ver o amor como um abraço curto pra não sufocar?

contabilidade do estado emocional: levemente irritada, nenhuma crise de choro, mas há no peito um peso, uma leve dor indescritível e falta de carinho. hoje foi um dia normal. meu namorado praticamente virou um turista deste brasil. costa do sauípe, fortaleza e agora o rio de janeiro continua lindo, em três semanas – eu acho. a tristeza maior talvez é não estar lá, aproveitando o que a praia tem de bom, aquele carinho gostoso de acordar juntinho. não sei se estou carente porque praticamente não tenho tido tempo para descobrir o que estou pensando e sentindo. [ o meu canto é o que me mantêm vivo - um breve momento de cazuza nesta noite solitária ] o trabalho não tem me dado tempo para sequer descansar nos fins de semana. chego a passar mal quando meu celular toca no domingo pela manhã com a ligação de lá. mas, enfim, não era isto que eu ia escrever. lembro uma vez que uma grande amiga me falou uma vez: amo meu namorado (marido agora ou antes, não lembro), mas estou apaixonada por um cara que nunca conheci. não lembro com exatidão as palavras, mas me recordo no que pensei: não sei se um dia vou me sentir assim, até porque só conseguia direcionar o meu sentimento para uma pessoa (de cada vez), o que me trouxe problemas até. muitas vezes, não foram poucas, conheci pessoas que se apaixonaram por mim e eu nunca dei atenção porque estava cega por outros. imaginar dividir ou direcionar o sentimento era impossível. pois agora eu me encontro no mesmo estado que minha amiga se encontrava. estou apaixonada por uma pessoa que vi apenas uma vez, mas que converso todos os dias no skype. acho isto tão absurdo, até porque meus sentimentos várias vezes me engaram. como escrevi uma vez: o meu coração me prega peças. transforma temporariamente pequenas vontades em insuportáveis desejos. e quando me vejo sei que não estou apaixonada. eu não sei se é isto, torço para que seja, pois adoro meu namorado, nosso namoro, a família e amigos dele. não vale a pena perder tudo isto por uma simples diversão. até porque eu já perdi uma vez e vi o quanto dói. vi como é decepcionante você contar para uma pessoa que confiava em você que ele foi traído. sinceramente, eu acho que foi apenas uma brincadeira de mal gosto, mas enfim ele quis acreditar na traição então acredite você também. cada um tem sua maneira de pensar e reagir, de uma forma muito particular, vamos respeitar. adoro um amor inventado, e fico totalmente ansiosa quando fico online e ele também está. adoro nossa troca de conversa. há uma coisa que me deixa insatisfeita na minha relação atual: meu namorado não me ama. se ama, nunca disse. cada um tem o seu tempo, sua forma de gostar. não o critico, apesar de já ter cobrado dele. como eu disse: cada pessoa tem uma forma de sentir, de demonstrar sentimento. isto deve ser respeitado, mas minha vontade e o meu desejo também merecem respeito. eu sinto uma vontade fervorosa de me sentir amada, desejada. isto me arrepia. não gosto de comparações, mas quando meu ex-namorado voltava de viagem, ele sempre vinha no meu ouvido dizer meu morreu de saudades de mim, do meu cheiro, com aquele olhar embebido de paixão. aquilo me arrepiava. é, a atual namorada dele tem sorte. pelo menos nesta parte. não vamos falar dos outros detalhes. voltando a mim: quero me sentir amada, desejada. quero que alguém arrepie minha pele… talvez seja isto que meu amor virtual faça. e se continuar fazendo por favor mantenha-se do outro lado do pc. amém.

 aqui jaz um post ridículo. 03 de maio de 2008.

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